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Mostrando postagens com o rótulo amor

O momento da transformação interna

Em primeiro lugar, é bom ter decepções em sua vida, atá para verificarmos nossos limites, o que conseguimos ( ou não) tolerar, em que podemos crescer... Mas se você foi longe demais em não gostar de si mesmo ou de sua vida, então é algo que você precisa transformar o mais rápido possível. Por que odiamos a vida que estamos vivendo? O termo é referido como auto-ódio e este sentimento é semelhante a viver com um valentão, mas dentro de seu corpo. Esse seu inimigo interno é constante e nunca poupa um único momento para criticá-lo. As críticas continuam diminuindo sua auto-estima e o ódio por si mesmo continua aumentando a cada dia que passa. Esta sensação faz você odiar sua aparência, corpo e tudo ao seu redor. Aos poucos, esse sentimento faz você sentir vontade de desistir de tudo o que tem e se sentir sufocado dentro de seu corpo e enojado com sua personalidade. O ódio a si mesmo emerge da espiral de incidentes ruins que tiveram impactos negativos em sua vida. Às vezes, um trauma de

Codependência Emocional: você sabe o que é isto?

Codependência é um comportamento aprendido que pode ser transmitido de uma geração para outra. É uma condição emocional e comportamental que afeta a capacidade de um indivíduo de ter um relacionamento saudável e satisfatório. Também é conhecido como “dependência de relacionamento” porque as pessoas freqüentemente formam ou mantêm relacionamentos unilaterais, emocionalmente destrutivos e / ou abusivos. O transtorno foi identificado pela primeira vez há cerca de dez anos, como resultado de anos de estudo das relações interpessoais em famílias disfuncionais, inicialmente com algum problema relacionado a uso ou abuso de drogas. A codependência geralmente afeta um cônjuge, pai, mãe, irmão, amigo ou colega de trabalho de uma pessoa que sofre de dependência química. Padrões semelhantes foram observados em pessoas em relacionamentos com pessoas com doenças crônicas ou mentais. Hoje, no entanto, o termo foi ampliado para descrever qualquer pessoa codependente de qualquer família disfuncion

Saibamos ser girassóis!

  Os girassóis para crescerem, procuram a luz do sol! Ficam cada dia mais felizes e formosos com a força da luz solar. Só que nem todos os dias são ensolarados... Nos  dias nublados, eles se viram uns para os outros buscando a energia em cada um de sua espécie. Não ficam murchos e nem de cabeça baixa. Olham uns para os outros, erguidos, lindos! Essa é a sabedoria da natureza! Se não temos sol todos os dias, se passamos por dias mais nublados, que saibamos ter uns aos outros... então... sejamos girassóis!!!

Violência financeira: você sabe identificar?

A violência ou abuso financeiro está relacionado com o controle da capacidade da vítima de adquirir, usar e manter recursos financeiros. Aqueles que são vitimados financeiramente podem ser impedidos de trabalhar, administrar seus próprios recursos, ter seu próprio dinheiro restringido ou roubado pelo agressor. Complicado pensar em uma situação assim, não é mesmo? Mas saiba que acontece em pelo século 21!!! No geral, as formas de abuso financeiro variam muito, pode ocorrer inclusive da vítima ter de prestar contas de cada centavo que gastam. Às vezes, um agressor pode usar táticas sutis como manipulação, enquanto outros podem ser mais exigentes e intimidadores. No final, o objetivo é sempre o mesmo - obter poder e controle em um relacionamento, utilizando as posses do outro! O abuso financeiro é um dos métodos mais poderosos de manter a vítima presa em um relacionamento abusivo, sendo inclusive considerado crime enquadrado na lei Maria da Penha. A insegurança da vítima em sesentir

Responsabilidade afetiva: somos partes de um todo!

Em uma sociedade cada vez mais narcisista e egocêntrica, os relacionamentos líquidos ameaçam se tornar o novo padrão, um padrão de laços frágeis que exalta a tendência de fugir quando as coisas dão errado. Nesse ambiente, a responsabilidade emocional é uma visão única. Porém, para estabelecer relacionamentos mais maduros, saudáveis e gratificantes, precisamos desenvolver a responsabilidade afetiva. O que é responsabilidade afetiva? A responsabilidade afetiva é a consciência do impacto que nossas palavras e ações têm nos outros. Isso significa que devemos estar alertas de que nossos comportamentos têm reverberação nas emoções dos outros, sejam elas positivas ou negativas. Assim, esse conceito nos leva a entender as relações que estabelecemos como espaços onde cada pessoa é afetada pelas ações e decisões do outro. Desta forma, passamos a ter uma postura mais respeitosa e empática com o que os outros podem sentir, em vez de ignorar como influenciamos aqueles ao nosso redor. O conceito

Violência psicológica: uma violência sem marcas (aparentes)

Recentemente, uma lei contra a violência doméstica e familiar foi sancionada e publicada nas páginas do Senado Federal. Trata-se da Lei 14.188 de 2021, pertencente ao programa Sinal Vermelho. Muito se sabe sobre a violência doméstica, principalmente nas modalidades física e sexual, mas não menos importante e igualmente destruidora, é a violência psicológica, que por ser "sem marcas", não aparece para a sociedade. A violência psicológica é um tipo de agressão que traz danos ao emocional, fere o equilíbrio afetivo, a capacidade de tomar decisões e o estado de bem-estar necessário que para que o indivíduo possa viver com dignidade. Um dos fatores que está geralmente ligado à violência psicológica é a dependência afetiva da vítima. A carência afetiva que a vítima passa a faz manter uma certa cumplicidade com tais sofrimentos, associa que o parceiro com temperamento explosivo é o protetor, o ciúme como demonstração de carinho ou manter o relacionamento a todo custo. No entant